
O cisto aracnoide consiste em um lesão formada pelo chamado líquido cefalorraquiano, que se desenvolve entre a membrana aracnoide e o cérebro. A membrana recebe esse nome por ter uma estrutura parecida com uma teia de aranha. A origem do cisto costuma ser congênita, decorrente de algum defeito na fase de formação do feto durante a gestação.
Por ser uma condição benigna, o cisto aracnoide não representa câncer. Estima-se que entre 1 a 2% da população adulta seja acometida por esse tipo de lesão. Muitas vezes, o cisto é assintomático e só passa a ser do conhecimento do paciente quando descoberto em algum exame de imagem.
SINTOMAS
Pacientes acometidos por cisto aracnoide normalmente não apresentam sinais ou sintomas característicos. Assim, a ocorrência costuma ser identificada como um achado incidental. Ou seja, após a realização de exames por algum outro motivo.
Em alguns casos, no entanto, o local de desenvolvimento do cisto pode provocar a compressão de vasos e nervos. Esta condição manifesta-se de algumas formas, principalmente em pacientes mais jovens:
-Dor de cabeça
-Tontura
-Enjoo/vômito
-Dificuldade ao caminhar
-Equilíbrio prejudicado/Dificuldade motora
-Fraqueza/dormência
-Atraso no desenvolvimento (em crianças)
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DIAGNÓSTICO
O médico neurocirurgião terá a confirmação do diagnóstico por meio de exames de imagem como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética do crânio, que identificam sua anatomia, as estruturas vizinhas e eventual processo de compressão. Esses exames costumam ser realizados na busca por outras enfermidades, ocasião em que o cisto aracnoide é descoberto como um achado incidental.
O Dr. Matheus de Quadros Ribeiro é um neurocirurgião membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia. Agende uma consulta para ter o diagnóstico e o tratamento mais indicado no seu caso!
TRATAMENTO
A escolha pelo método terapêutico varia conforme a manifestação dos sintomas e as características do cisto. Na maioria dos casos, os cistos aracnoides são assintomáticos e não representam maiores riscos. Nesta condição, normalmente não há necessidade de tratamento, bastando que o médico acompanhe sua evolução.
Cirurgia – Quando há necessidade de conduta cirúrgica, o médico neurocirurgião deverá considerar a realização de técnicas como a fenestração, a derivação ou a fenestração endoscópica. Em geral, o objetivo desses procedimentos é reduzir a pressão do cisto sobre o cérebro a partir da drenagem do líquido.
